Nome popular | ANIL |
| Nome científico | Indigofera tinctoria L. |
| Fotos ampliadas | Indigofera anil | Indigofera tinctoria |
| Família | Leguminosas |
| Sinonímia popular | Anileira, anileiro-da-india, caá-chica, timbozinho |
| Parte usada | Folhas, raiz, semente |
| Propriedades terapêuticas | Antiespasmódico, estomáquico,febrífugo,diurético, purgativo, insetífuga |
| Princípios ativos | Leucoindigotina |
| Indicações terapêuticas | Epilepsia, icterícia, dores articulares e nevrálgicas, distúrbios circulatórios, afecções das vias respiratórias, inflamações agudas da pele, hemorragia nasal, intestino, uretrites blenorrágicas, afecções do sistema nervoso, sarna, |
| Informações complementares O anil é representado por muitas espécies. Vamos nos referir neste site principalmente a duas espécies: Indigofera tinctoria L. e Indigofera anil L. Outros nomes populares: caobi-indigo, timbó-mirim Nomes em outros idiomas: Alemão:índigo Espanhol: anileira Francês:indiotier Italiano: Alberto d"indaco Origem: Leste da Índia Princípios ativos: as folhas da anileira encerram leucoindigotina, substância que convenientemente tratada, precipita o índigo. Mas este fica só quimicamente puro na forma de indigotina, quando dissociado de diversos sais, de uma matéria vermelho esverdeada e de uma resina vermelha, reduzindo o seu peso a pouco mais de 20%. Uso medicinal Na homeopatia o anileiro tem indicações para os seguintes casos: dores articulares e nevrálgicas, distúrbios circulatórios, afecções das vias respiratórias, inflamações agudas da pele (com erupções de vesículas) e hemorragia nasal. As folhas têm propriedades antiespasmódicas e sedativas, estomáquicas, febrífugas, diuréticas e purgativas, com ação direta sobre a última parte do intestino, empregadas contra as uretrites blenorrágicas e as afecções do sistema nervoso. Ainda com ação contra a epilepsia e icterícia. As folhas machucadas são usadas topicamente contra a sarna. A raiz é odontálgica e útil na cura da icterícia. Outrora empregavam na mordedura de cobras. As sementes depois de pulverizadas tem ação insetífuga, ou seja afugenta insetos. É planta reputada antídoto do mercúrio e do arsênico. Dosagem indicada Chá de anileiro: Colocar em infusão, em um litro de água fervente, 5g de folhas e raízes de anileiro misturadas. Tomar uma ou duas xícaras ao dia. Curiosidades: Originário da Índia o anileiro é planta muito popular no Brasil, vegetando espontaneamente em quase toda parte. Há algum tempo o anileiro era bastante cultivado no Brasil para extração do anil, cuja exportação chegou a atingir considerável vulto. Ultimamente com a fabricação de matérias corantes sintéticas em larga escala, o uso do anil, corante de bela cor azul, inodoro e sem sabor tem sido relegado ao esquecimento. Existe pouca bibliografia referente ao anil. O corante anil sintético data de 1880, passando então esta erva cada vez mais cair no desuso e desinteresse. Há muitos processos para a produção do corante azul extraído do anil. Todos os processos são complexos e incluem fermentação. Traços do corante azul natural foram encontrados nas antigas tumbas egípcias datadas de 3000 anos. Quando as rotas entre Europa e Índia foram estabelecidas no século XVI, o corante índigo foi trazido para a América do Norte. Existem muitas espécies no Brasil para o gênero Indigofera, algumas usadas como forrageira, outras como adubo verde. No norte do país, por exemplo, temos a Indigofera pernambucencis. Em Mato Grosso, encontra-se a Indigofera lespedezoides, denominada de timbó mirim ou timbozinho, sendo uma espécie que fornece notável quantidade de anil. Bibliografia
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PLANTAS MEDICINAIS: ANIL
terça-feira, 3 de maio de 2011
ANIL
PLANTAS MEDICINAIS: ALECRIM
Nome popular | ALECRIM |
| Nome científico | Rosmarinus officinalis L. |
| Fotos ampliadas | 1 | 2 |
| Família | Lamiaceae (Labiatae) |
| Sinonímia popular | Alecrim-de-jardim, alecrim-rosmarino, libanotis. |
| Parte usada | Folhas e flores |
| Propriedades terapêuticas | Estimulante digestivo, anti-espasmódica, estomacal, vasodilatora, anti-séptica. |
| Princípios ativos | Óleo essencial – Borneol; pineno, canfeno, canfora, cienol, acetato de bornila -; diperteno – rosmaricina; tanino,saponina;ácidos orgânicos; pigmentos;flavonóides |
| Indicações terapêuticas | Dores reumáticas, depressão, cansaço físico, gases intestinais, debilidade cardíaca, inapetência, cicatrização de feridas, dor de cabeça de origem digestiva, problemas respiratórios, |
| Informações complementares Origem Sul da Europa e Norte da África. Propagação Estacas, ponteira dos ramos. Modo de uso Infusão das folhas frescas ou secas na forma de compressas, decoto das folhas na forma de loção, na forma de pomada usando-se o suco concentrado. Dor de cabeça de origem digestiva Em 1 xícara de chá, coloque uma colher de sobremesa de folhas picadas e adicione água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Tome 1 xícara de chá antes ou após as principais refeições. Problemas respiratórios Xarope: para 1/2 litro de xarope adicionar o suco de 4 xíc. de cafezinho de folhas frescas, tomar 1 colher de sopa a cada 3 horas. Infusão: 1 xíc. de cafezinho de folhas secas em 1/2 litro de água, tomar xíc. de chá a cada 6 horas. Tintura: 10 xíc. de cafezinho de folhas secas em 1/2 litro de álcool de cereais ou aguardente, tomar 1 colher de chá 3 vezes ao dia em um pouco de água; para a maioria das indicações, inclusive hemorróidas. Pó - as folhas secas reduzidas a pó têm bom efeito cicatrizante. Outros usos Usam-se ramos em armários para afugentar insetos. Usado como tônico do sistema nervoso central e indicado em casos de esgotamento cerebral, excesso de trabalho e depressão ligeira. Seu uso à noite pode alterar o sono. Em altas doses pode ser tóxico e abortivo. Em doses elevadas pode provocar irritações gastrointestinais. Plantas que curam, Dr. Sylvio Pannizza. Compêndio de plantas medicinais. José Eduardo B. P. Pinto, Suzan Kelly V. Bertolucci, Osmar A. Lameira. Universidade Federal de Lavras (UFLA/FAEPE),2007 Sérgio Antonio Barraca (ESALQ/USP), julho de 1999. Martha Batista de Lima, Anápolis (GO). Fonte: http://ci-67.ciagri.usp.br/pm/ver_1pl.asp |
PLANTAS MEDICINAIS: AGRIÃO
Nome popular | AGRIÃO |
| Nome científico | Nasturtium officinalis |
| Fotos ampliadas | 1 | 2 |
| Família | Cruciferae |
| Sinonímia popular | Jambu, agrião-da-água, berro, agrião aquático, agrião do rio |
| Parte usada | O vegetal inteiro |
| Propriedades terapêuticas | Depurativo, antiescorbútico, diurético, antidiabético, anti-raquitismo, expectorante, ungüento, cicatrizante |
| Princípios ativos | Iodo, potássio, fósforo, óleo, sais minerais, vitaminas, óleo essencial; glicosídeos, gliconastursídeo. Fermento (mirosina). Sais minerais, vitaminas, proteínas, carotenos, clorofila. |
| Indicações terapêuticas | Tuberculose, afecções pulmonares, tosse, bronquite |
| Informações complementares Origem Europa, tendo se aclimatado bem no Brasil. Modo de conservar Utilizar sempre o vegetal fresco, com folhas verde-escuras. Características da planta Planta herbácea rasteira, chega a 60 cm. de altura. Exige solo poroso, estercado e com muita umidade. Erva de sabor picante, normalmente usada em saladas. Herbácea pequena, que atinge de 15 a 30 cm de altura. Possui caule tenro, oco, carnoso e nodoso, onde se apresentam 2 tipos de raízes: as finas e brancas que surgem nas axilas das folhas, e as principais que fixam a planta na terra. As folhas de coloração verde-escuro, bem intenso, são partidas em segmentos nas formas arredondadas ou ovais e reunidas geralmente em grupos de 3 a 7u. As flores são brancas e pequenas, com quatro pétalas. Para um bom desenvolvimento, deve ser plantada em local de água corrente, como na beira de rios, ou colocando as sementes em caixotes, em local seco, e depois transplantadas as mudas para local definitivo. Pode-se utilizar também o plantio por meio de estacas. Geralmente é cultivada em canteiros, com o solo saturado de água por meio de irrigação, e cobertos por uma fina camada de esterco de curral. A colheita pode ser feita entre quarenta e sessenta dias após o plantio. A espécie de agrião de terra enxuta, cujo plantio pode ser feito o ano todo, prefere lugares frescos e sombreados, e as folhas são pequenas. O agrião d´agua, cujos ramos devem ser plantados perto de nascentes, onde a água escoe mansamente, tem as folhas maiores. É um vegetal recomendado pelo seu valor nutritivo, teor de vitaminas e ótimo paladar, com odor característico e sabor francamente amargo e picante. As folhas somente devem ser coletadas quando aparecem as flores. Seu uso interno em grandes quantidades pode provocar irritações na mucosa do estômago e nas vias urinárias. Erika Hecht, Psicóloga, trabalha na Prefeitura Municipal de São Paulo, Secretaria de Assistência Social (agosto, 2004). Foto: Martha Batista de Lima - Professora, terapêuta naturalista (Anápolis, GO) Fonte: http://ci-67.ciagri.usp.br/pm/ver_1pl.asp |
PLANTAS MEDICINAIS: COMO FAZER E USAR TINTURA DE ALHO
| ANome popular | ALHO |
| Nome científico | Allium sativum L. |
| Parte usada | Dentes (bulbilhos) |
| Propriedades terapêuticas | Expectorante, antigripal, febrífugo, desinfetante, antinflamatório, antibiótico, antisséptico, vermífugo |
| Indicações terapêuticas | Bulbos depois de transformados em chá têm ação contra vermes e parasitos, hipertensão, picada de inseto, contra ácido úrico, gripe, resfriado, tosse, rouquidão, dor de ouvido, arteriosclerose. |
| Informações complementares Uso medicinal Eficiência terapêutica comprovada pelo Ministério da Saúde. Indicações: contra hipertensão, picadas de inseto, diurético, expectorante, antigripal, febrífugo, desinfetante, antinflamatório, antibiótico, antisséptico, vermífugo (lombriga, solitária e ameba), para arterioesclerose e contra ácido úrico. Gripe, resfriado, tosse, rouquidão Maceração: esmagar um ou dois dentes de alho dentro de um copo com água. Tomar um copo três vezes ao dia. Tintura: moer uma xíc. (cafezinho) de alho dentro de um recipiente contendo 5 xíc. de álcool 92o GL, deixar em maceração por 10 dias, coar. Tomar 10 gotas em meio copo de água três vezes ao dia, para problemas do aparelho respiratório (gripes, etc.). Hipertensão Utilizar uma colher de chá da tintura em meio copo de água três vezes ao dia ou comer dois dentes de alho pela manhã. Vermífugo Comer três dentes de alho pela manhã em jejum durante sete dias. Dor de ouvido Amassar um dente de alho em uma colher de sobremesa de azeite morno. Pingar três gotas no ouvido e tampar com algodão. Arteriosclerose Comer na alimentação 3 dentes de alho cru picado, 3 vezes por semana, durante 3 meses. Contra-indicado para pessoas com problemas estomacais e de úlceras, inconveniente para recém-nascidos e mães em amamentação e em pessoas com dermatites. Em doses muito elevadas, pode provocar dor de cabeça, de estômago, dos rins e até tonturas. Sérgio Antonio Barraca (ESALQ/USP), julho de 1999 Mais sobre alho...
Extrato de alho para tratamento de bronquites e limpeza do corpo de inflamações (Receita recebida pela Internet, autoria desconhecida) Esta receita de extrato de alho purifica o organismo das gorduras e também dissolve os coágulos do sangue, limpa o corpo das inflamações e das doenças broncopulmonares, da gastrite, úlceras do estômago e hemorróidas. Faz desaparecer por completo a dor de cabeça. Todo o organismo se recupera. Preparo
DIA CAFÉ ALMOÇO JANTAR DIA CAFÉ ALMOÇO JANTARDo 19o. dia em diante, tomar todos os dias, 25 gotas, 3 vezes ao dia, até terminar o extrato. Esta terapia pode ser repetida somente depois de 5 anos. É necessário seguir as doses com o conta-gotas e tomar todos os dias sem falhar para dar seqüência na contagem das gotas. Tomar com suco de frutas, de legumes, leite ou água. Não deixa nenhum cheiro, nem de transpiração. Fonte: http://ci-67.ciagri.usp.br/pm/ver_1pl.asp |
PLANTAS MEDICINAIS: ARNICA-BRASILEIRA
Nome popular | ARNICA-BRASILEIRA |
| Nome científico | Solidago microglossa DC. |
| Fotos ampliadas | 1 |
| Família | Compostas |
| Sinonímia popular | Arnica, arnica brasileira, espiga de ouro |
| Sinonímia científica | Solidago polyglossa DC, Solidago chilens |
| Parte usada | Folha, partes aéreas floridas e sumidades floridas |
| Propriedades terapêuticas | Estomáquica, adstringente, cicatrizante e vulnerária. |
| Princípios ativos | Partes aéreas: quercitrina, um flavonóide glicosídico, taninos, saponinas, resinas, óleo essencial. Raízes: diterpenos inulina e rutina, ácido quínico, ramnosídeos, ácido caféico, clorogênico, hidrocinâmico e seus derivados |
| Indicações terapêuticas | Ferimentos, escoriações, traumatismos, contusões |
Informações complementares Outros sinônimos científicos
Arnica do campo, arnica silvestre, erva de lagarto, erva lanceta, lanceta, macela miúda, marcela miúda, rabo de rojão, sapé macho. Origem Parte meridional da América do Sul. Uso medicinal Apesar de não terem sido ainda comprovadas cientificamente a eficácia e a segurança no emprego desta planta, sua utilização vem sendo feita com base na tradição popular de uma maneira crescente. É empregado externamente no tratamento de ferimentos, escoriações, traumatismos e contusões em substituição a Arnica Montana L. Tratamento de traumatismos e contusões. Aplicação direta sobre a área afetada com auxílio de um pedaço de algodão ou compressas embebidos na tintura ou maceração em álcool de suas folhas e rizomas. Por ser considerada tóxica, seu uso interno só deve ser feito com estrita indicação e acompanhamento médico.
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PLANTAS MEDICINAIS: GINKGO BILOBA
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Nome popular | GINKGO |
| Nome científico | Ginkgo biloba L. |
| Fotos ampliadas | 1 | 2 |
| Sinonímia popular | Nogueira-do-Japão |
| Propriedades terapêuticas | Estimulante da função sanguínea, |
| Princípios ativos | Ácido butanóico, antocianina, bioflavonóides, catequina |
| Indicações terapêuticas | Envelhecimento celular, perda de memória, varizes, úlceras varicosas, cansaço nas pernas, artrite, isquemia cerebral, combate radicais livres, auxilia na oxigenação cerebral. |
| Informações complementares São publicadas aqui contribuições recebidas de Fernando Mascarenhas, Médico (Salvador, BA), e Lelington Lobo Franco, químico-fitologista, escritor (Curitiba, PR). E um trecho de documento de autoria desconhecida. Estimulante da função sanguínea, utilizada no tratamento de micro-varizes e úlceras varicosas; cansaço nas pernas, artrite nos membros inferiores e isquemia cerebral. É empregado também nos casos de vertigens, perda de memória, dificuldade de concentração e tratamento profilático do envelhecimento celular. (Autoria desconhecida) O Gingo é uma erva muito segura mesmo usando o estrato seco que é mais concentrado. Possíveis efeitos colaterais são raros mesmo em dosagens acima de 160mg/dia/estrato seco. No caso de chás a concentração da substância principal é bem menor e menos problema causará. Em qualquer dos usos - folha ou estrato - seus efeitos na média das pessoas começam a aparecer após 3 a 4 meses de uso e deve ser continuada a vida toda. Em relação aos problemas de memória, do ponto de vista da neurofisiologia do cérebro, o gingo biloba e nenhum outro remédio sozinho vai resolver. O tratamento envolve mudança de hábitos de vida, principalmente na parte de alimentação, atividade física, atividade cerebral (trabalhos que exercitem o raciocínio e outros de relaxamento pra combater algum nível de estresse). Existem também muitas substâncias de pouca e/ou nenhuma agressividade e muito bom resultado - chamadas de "drogas inteligentes". Muito importante também o uso de alguns nutrientes dentre eles o que considero principal - a fosfatidilserina - usada na dosagem certa e em associação com outras que irão melhorar sua atuação. Fosfatidilserina, prescrita em Farmácias de Manipulação, é um pouco cara. Tenho obtido resultados muito bons em relação ao seu uso. Acho fantástica por vários motivos: é uma substância que faz parte da estrutura da célula nervosa, é fundamental no processo de memorização e se desconhecem efeitos colaterais mesmo em doses elevadas. Digo sempre que sua dosagem é limitada pelo preço. Em pessoas com problemas de memória costumo prescrever uma substância - no caso é um medicamento muito bom - a nimodipina - era cara, mas com os genéricos ficou mais acessível. É vasodilatadora periférica - trabalha modulando os canais de cálcio - reduz a pressão arterial. Efeitos colaterais mínimos se bem indicada. Tenho prescrito com bons resultados em pacientes safenados, outros usando marcapasso, sem problema. Fernando Mascarenhas, Médico (Salvador, BA), junho de 2003. A Nogueira-do-Japão ou Ginkgo biloba é uma espécie vegetal que combate os radicais livres e auxilia na oxigenação cerebral, dentre diversas plantas que funcionam na medicina alternativa. É uma das plantas mais conhecida em todo o mundo. A palavra ginkgo tem origem chinesa que significa damasco prateado. A palavra biloba vem do formato bilobado das folhas,bi=duas,lobado=lóbulo. Descrição São árvores de folha caduca e atingem uma altura de 20-35 metros. Foi descrita pela primeira vez, por volta de 1690, mas apenas despertou o interesse de pesquisadores após a Segunda Guerra Mundial, quando os Estados Unidos, em 6 de agosto de 1945, lançaram a bomba atômica sobre Nagasaki e Hiroshima, perceberam que todas as plantas num raio de 120 quilometros devastadas pela bomba tinham morridos e após algumas semanas, isto em setembro, viram que começou a brotar uma árvorezinha de ginkgo biloba e a formar folhas. Foi a única planta que sobreviveu e desafiou à radiatividade. Outros constituintes químicos Suas folhas contêm elementos incríveis como ácido butanóico, antocianina, bioflavonóides, catequina, vitaminas do complexo B, pró-vitamina A (beta-caroteno), vitamina C (ácido ascórbico), glicosídeos flavonóides (principalmente ginkgobilina, quercetina kaempferol), além de minerais. Possui substâncias ativas capazes de melhorar a insuficiência vascular cerebral e periférica e é usado para auxílio ao tratamento de distúrbios de memória e concentração, vertigens, zunido no ouvido e labirintite. Além disso, o Ginkgo Biloba contém poderosos antioxidantes. Constituintes químicos: antioxidante, antiplaquetária estimulante da circulação periférica, fungicida, rejuvenescedora, revigorou tônica, vasodilatadora periférica (80 MG, 24% de Glicosídeos da Flavona, 6% de lactonas terpênicas). Indicação Indicado para problemas circulatórios e declínios das funções mentais, esse fitoterápico já era usado pelos chineses há milhares de anos. Chamada pelos japoneses pelo nome de Yin- Kuo, que significa fruto de prata, é considerado sagrado pelos budistas, sendo as suas árvores plantadas nas entradas de todos os templos. Estrato da folha do biloba do Ginkgo é o phytomedicine o mais extensamente receitado por milhares de médicos na Europa, onde é usado para tratar os sintomas da doença de Alzheimer, demência vascular, da claudicação periférica, aumentando a potência sexual além de curar algumas espécies de zumbidos no ouvido. É também um dos 10 medicamentos naturais mais vendidos nos Estados Unidos, onde é classificado como um suplemento dietético. O extrato de Ginkgo é usado na Europa e Estados Unidos para problemas circulatórios e declínios das funções mentais. Sua utilização facilita o fluxo sanguíneo no cérebro, recupera a memória rapidamente e a função mental. Regulam batimentos cardíacos, melhora a ereção em homens e evita dores nas pernas. O extrato é útil também para tonturas, tinidos e zumbidos do ouvido e enxaqueca. Pode ajudar porque ele inibe a ação de uma substância conhecida como platelet-activating factor que contribui para evitar a enxaqueca. Dois estudos franceses confirmaram que o uso de ginkgo biloba ajudou a tratar 80% das pessoas com enxaquecas. Os elementos glicosídeos da flavona (substâncias orgânicas responsáveis pelas propriedades antioxidantes e anticoagulantes da planta) e 6% de lactonas terpênicas (basicamente substâncias químicas denominadas gingcolídeos e bilobalídeos, que melhoram o fluxo de sanguíneo e são consideradas protetores dos neurônios). Ação
Hoje essa planta é usada em grande escala em ambientes de decoração, jardins, em vasos nas salas, pois é ótimo, devido absorver o gás carbônico da respiração e emitir oxigênio puro. Depoimento do autor Além de parques, vi no Central Park de New York dezenas de árvores de Ginkgo biloba, elas em parques tornam-se enormes, as folhas são de um verde vivo, tornam-se amarelas no inverno e caem, br>formando verdadeiros tapetes auríferos. Perguntei aos transeuntes do parque como era o nome das árvores e para minha surpresa ninguém soube responder. Tirei diversas fotografias delas nesse parque. Adapta-se muito bem às características urbanas e em clima temperado, não sendo exigente com os solos e resiste muito bem à poluição pesada, insetos, fungos, bactérias e vírus. Tenho na cobertura uma planta há mais de 4 anos, que permanece com um metro pois suas raízes não se desenvolvem em vasos, porém forma grande quantidade de galhinhos com folhas verdes oliva, verdadeira beleza na decoração de seu apartamento, enchendo os olhos dos visitantes com suas folhas em forma de leque japonês. Dediquei-me à pesquisa dessa fantástica planta e tenho enviado mudas pelo correio a todo país. Lelington Lobo Franco, químico-fitologista, escritor (Curitiba, PR) Fonte: http://ci-67.ciagri.usp.br/pm/ver_1pl.asp |
PLANTAS MEDICINAIS: ERVA-DE-SÃO-JOÃO
Nome popular | ERVA-DE-SÃO-JOÃO |
| Nome científico | Hypericum perforatum L. |
| Fotos ampliadas | 1 |
| Sinonímia popular | Coraçãozinho, baba-de-boi-de-campina, hipérico, milfurada, pericão, hepericão. |
| Parte usada | Sumidades floridas secas, inteiras ou fragmentadas. |
| Propriedades terapêuticas | Ansiolítica, antiulcerogênica, antiviral, antibacteriana, cicatrizante |
| Princípios ativos | Naftodiantronas, derivados da floroglucina, flavonóides e xantonas, procianidinas, óleo essencial . |
| Indicações terapêuticas | Astenia (cansaço), ansiedade, insônia, libido (desejo sexual) |
Informações complementares
A seguir um resumo sobre erva-de-são-joão, recebido de Fernando Mascarenhas. É uma planta usada como antidepressivo leve, embora tenha outros efeitos interessantes. Onde e como pode ser encontrada Nas Farmácias tradicionais e nas Farmácias de manipulação, mediante receita, na forma de extrato seco padronizado. Uma forma mais concentrada e elaborada do produto, sendo mais caro e de efeito mais efetivo. Também na forma de tintura feita com álcool de cereais. Uma forma também boa de uso, exceto para diabéticos devido ao álcool contido na tintura. Na forma de cápsulas contendo o produto na forma de pó. É menos concentrado e de efeito mais fraco. Produzida por alguns laboratórios especializados em flora medicinal. Na forma de raiz em casas comerciais e casas de produtos naturais. Menos concentrada e que deve ser preparada segundo vários procedimentos sendo o mais comum, a fervura das raízes durante 2 a 3 minutos. Pode deixar de "molho" durante 24 horas na geladeira, em uma xícara coberta. No dia seguinte, aquece e toma o líquido. Em todos esses casos o produto deve ser bem lavado antes do uso. Nas feiras livres e mercados sendo vendida por "folheiras", pessoas comuns com algum conhecimento empírico de uso do produto. Não recomendo essa prática por vários motivos e principalmente por se ignorar a origem da raiz, como e onde plantada, além do aspecto de higiene. Atualmente existem fazendas plantando em escala comercial e da maneira correta. Algumas casas comerciais vendem a raiz em sacos grandes ou a retalhos. Geralmente de boa procedência e com a identificação correta da planta. Uso medicinal Melhora a astenia (cansaço), ansiedade, insônia e a libido (desejo sexual).Ansiolítica suave, também atua sobre a melatonina e como conseqüência melhora o sono do deprimido. Tem ainda efeito antiulcerogênico, antiviral, antibacteriana, cicatrizante. Mas seu uso mais comum é como antidepressivo leve. Tanto na forma de extrato seco ou de folha, pó e tintura, os melhores resultados começam a aparecer cerca de duas semanas do início do tratamento, tempo mínimo que levam para impregnar a área do cérebro onde atuam. Isso acontece também com os antidepressivos alopáticos ou químicos. Nenhum deles tem efeito imediato como se fosse um analgésico ou anestésico. Nas doses prescritas são mínimos e raros. Pode provocar eritema (manchas vermelhas) em algumas pessoas de pele muito clara expostas aos raios ultravioletas do sol entre 10 e 16 horas. Fernando Mascarenhas dos Santos, Médico CRMBA 4631 (Salvador, BA), maio de 2003. Veja o original Gotas de Saúde Erva pode neutralizar o tratamento contra a Aids (PARIS, 11 Fev (AFP) Uma planta bastante comum, conhecida como "coraçãozinho" ou "baba-de-boi-de-campina" (hypericum perforatum), contra-ataca perigosamente o processo farmacológico dos tratamentos contra a Aids, ou dos medicamentos contra a rejeição, prescritos depois de transplantes cardíacos. Além de efeitos antidepressivos, são atribuídas à erva diversas propriedades, entre elas a de funcionar como antiinflamatório e adstringente. Segundo uma pesquisa publicada em dezembro passado pelo British Medical Journal, o "coraçãozinho" seria tão eficaz no tratamento de certas formas de depressão como a imipramina, um medicamento antidepressivo de utilização bastante usual na Europa. Dois cientistas publicaram cartas no último número da revista médica britânica The Lancet, a ser publicada no sábado, onde apontam os danos que podem ser provocados por esta erva, usada há pelo menos 2.400 anos pela Humanidade. O doutor Stephen Piscitelli, do Instituto de Saúde de Bethesda (Estados Unidos), avaliou os efeitos negativos do "coraçãozinho" em relação ao indinavir, medicamento utilizado nas triterapias contra a Aids. Seu estudo, realizado por razões éticas, com oito voluntários não-soropositivos, mostrou que a erva reduz consideravelmente a concentração de indinavir no sangue, o que poderia provocar nos doentes uma resistência aos antivirais e provocar o fracasso do tratamento. "É um erro considerar que os produtos à base de ervas são seguros porque não podem ter uma interação perigosa com outros medicamentos, e portanto é importante que os pacientes contem a seu médico toda utilização de produtos desse tipo", escreveu o doutor Piscitelli. Na outra carta, o doutor Frank Ruschitzka, do Hospital Universitário de Zurique (Suíça), insiste nos riscos do uso do "coraçãozinho" nas pessoas que receberam trasplantes cardíacos. Ruschitzka conta casos de rejeição aguda, ocorridos em pacientes transplantados que, além do tratamento contra a rejeição, tomavam também a erva para lutar contra leves depressões. Como no caso precedente, os médicos suíços constataram que a erva fazia baixar a concentração da ciclosporina - o medicamento contra a rejeição que tomavam - no sangue. Os dois doentes tiveram que ser submetidos a um novo transplante. Depois destas operações, deixaram de consumir o "coraçãozinho" e ciclosporina voltou a se manter em seus organismos a níveis normais. Posteriormente, não foi constatada nenhuma outra reação de rejeição Fonte: http://ci-67.ciagri.usp.br/pm/ver_1pl.asp |
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