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PLANTAS MEDICINAIS: STEVIA

terça-feira, 3 de maio de 2011

Nome popular STEVIA
Nome científico Stevia rebaudiana Bertoni
Fotos ampliadas 1 | 2
Família Compostas
Sinonímia popular Azuca-caá, caá-jhe-hê, caá-yupi, caá-ehé
Sinonímia científica Eupatorium rebaudianum Bertoni
Parte usada Folhas
Propriedades terapêuticas Hipoglicemiante, hipotensora, diurética , cardiotônica, tônica para o sistema vascular, antiflogística
Princípios ativos Glicosídeos, Esteviosídeo (5 a 10%),Rebaudiosídeo (2 a 4%), Dulcosídeo, Saponinas, Óleo essencial, taninos
Indicações terapêuticas Diabetes, hipertensão arterial, azia, baixar ácido úrico, reumatismo, fadiga, depressão, insônia, emagrecimento
Informações complementares
Outros nomes populares
Capim-doce, eura-caá, erva-adocicada, erva-doce, estévia, folha-doce, planta-doce.
Origem
Paraguai
Uso medicinal
O uso na forma de chá impede a absorção do açúcar pelo intestino, sendo benéfico aos portadores de diabetes, que podem reduzir a quantidade de insulina tomada diariamente. Deve ter acompanhamento médico.
O uso também é benéfico para quem quer regular o açúcar da dieta habitual. Nos casos de hipertensão arterial, atua como elemento regulador.
Cita-se também como tônico para o coração, contra obesidade, hipertensão, azia e para baixar os níveis de ácido úrico. Tônico para o sistema vascular, razão pela qual se torna útil nos casos de reumatismo e hipertensão.
Exerce também efeito calmante sobre o sistema nervoso, eliminando a fadiga, a depressão, a insônia e a tensão, estimula as funções digestivas e cerebrais e age como antiflogística.
Como substitui perfeitamente o açúcar, sem alterar o nível normal de glicemia, e favorece a eliminação de toxinas, é recomendada nos regimes de emagrecimento.
Os constituintes responsáveis pelas propriedades adoçantes de suas folhas são os glicosídeos, sendo o mais doce o esteviosídeo, que tem um poder adoçante 300 vezes maior que o da sacarose e pode representar até 18% da composição total da folha.
Dosagem indicada
Diabetes
Em 1 xícara (chá), coloque 1 colher (chá ) de folhas secas, bem picadas e adicione água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Tome 1 xícara (chá) 2 vezes ao dia, entre as refeições.
Refrigerante para diabéticos
Coloque 1 colher (sobremesa) de folhas secas, bem picadas, em 1 copo de água em fervura. Desligue o fogo e deixe em repouso por 15 minutos. Em seguida coe e adicione o suco de 1 limão e gelo. Tome 1 copo 2 vezes ao dia.
Diurético
Coloque 1 colher (café) de folhas secas bem picadas e 1 colher (chá) de folha de abacateiro picada em 1 xícara (chá) de água em fervura. Desligue o fogo e deixe em repouso por 15 minutos. Em seguida coe em filtro de papel ou de pano. Tome 1 xícara (chá) 2 vezes ao dia, sendo uma no período da manhã e outra à tarde.
Efeitos colaterais
Embora se afirme que a stévia não apresenta efeitos colaterais, deve-se alertar para o fato de uma suposta ação anticoncepcional, já que os índios guaranis a utilizavam para esta finalidade.
É muito importante lembrar que seu uso por diabéticos deve ter sempre um acompanhamento médico.
Curiosidades
Durante séculos os índios guaranis do Paraguai e do Brasil têm utilizado as folhas desta planta como adoçante, principalmente para adoçar seu chá mate muito consumido por esses povos.
A notícia de que havia uma planta tão doce que uma única folha seria capaz de adoçar um bule cheio do mate mais amargo, espalhou-se rapidamente no final do século XVI, quando se iniciaram os primeiros estudos com esta planta, marcado com o primeiro artigo sobre suas propriedades datando de 1900.
O primeiro botânico brasileiro a estudar esta variedade foi o dr. Geraldo Kuhlmann, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, onde se encontra ainda hoje um exemplar para lá enviado em 1918.
O adoçante de estévia é comercializado hoje em quase todo mundo, sendo os japoneses seus maiores consumidores.
Vários estudos validaram suas propriedades, até mesmo nos EUA, onde imaginem que seu emprego é proibido por pressão e lobby da poderosa indústria de adoçantes artificiais.
Bibliografia
  • Plantas que Curam - Sylvio Panizza
  • Plantas Medicinais no Brasil - Harri Lorenzi & F.J. Abreu Matos.
  • Plantas que Curam - Editora Três
  • Fonte: http://ci-67.ciagri.usp.br/pm/index.asp

PLANTAS MEDICINAIS: UNHA-DE-GATO

Nome popular UNHA-DE-GATO
Nome científico Uncaria tomentosa (Willd. Ex Roem. & Schult.) DC.
Fotos ampliadas 1 | 2
Família Rubiaceae
Sinonímia científica Uncaria surinamensis, Nauclea aculeata, N. tomentosa, Ourouparia tomentosa
Parte usada Folha, raiz, casca
Propriedades terapêuticas Analgésica, antiinflamatória, antimutagênica, antioxidante,antiproliferativa, antitumoral, antiviral, citoprotetora, citostática, citotóxica, depurativa, diurética, hipotensiva, imuno-estimulante, imunomodulatória.
Princípios ativos Acetoxidihidronomilina, ácido alfa-trihidroxi-ursenóico, carboxistrictosidina, ácido acetiluncárico, ácido adípico, alcalóides (especiofilina (uncarina D), isomitrafilina, isopteropodina (unicarina E), mitrafilina, pteropodina (unicarina C).
Indicações terapêuticas Artrite, intestino, problemas digestivos
Informações complementares Nomes em outros idiomas
Cat´s claw, unha de gato, paraguayo, garabato, garbato casha, samento, toroñ, tambor huasca, uña huasca, uña de gavilan, hawk´s claw, saventaro.
Descrição
UNHA DE GATO (Cat´s Claw) é uma das plantas medicinais peruanas de maior importância. No 1º Congresso Internacional desta espécie patrocinada pela Organização Mundial da Saúde (WHO), catalogou-se o redescobrimento desta planta amazônica como a mais importante descoberta desde o quinina, árvore peruana descoberto no século XVII.
A Unha de Gato é uma vinha de madeira larga e seu nome é proveniente dos espinhos em forma de gancho que crescem ao longo da vinha e envolvem a planta Unha de Gato. Duas espécies próximas da Uncaria são utilizadas quase como substitutas nas florestas: U. tomentosa e U. guianensis.
Ambas espécies podem alcançar mais de 30 m de altura em seu topo, porém a U. tomentosa possui espinhos pequenos e flores branco-amareladas, enquanto que a U. guianensis possui flores laranja-avermelhadas e espinhos que são mais curvados.
Origem
A Unha de Gato é uma planta indígena da floresta Amazônica e outras áreas tropicais da América do Sul e Central, incluindo Peru, Colômbia, Equador, Guiana, Trinidad, Venezuela, Suriname, Costa Rica, Guatemala e Panamá. Existem outras espécies de plantas com um nome comum de Unha de Gato (ou uña de gato) no México e América Latina; porém elas são derivadas de uma planta completamente diferente - não pertencente ao gênero Uncaria ou mesmo à família da Rubiaceae. Muitas variedades da Unha de Gato mexicanas possuem propriedades tóxicas.
Ambas espécies de Uncaria sul americanas são utilizadas pelos índios da Floresta Amazônica de maneiras muito semelhantes além da longa história de uso. A Unha de Gato (U. tomentosa) tem sido utilizada medicinalmente pelas tribos dos Aguaruna, Asháninka, Cashibo, Conibo e Shipibo do Peru por pelo menos 2000 anos.
A tribo indígena Asháninka da região central do Peru possui a história mais antiga registrada com relação ao uso da planta. Elas também são a maior fonte de Unha de Gato do Peru atualmente.
Uso medicinal
Os Asháninka utilizam a Unha de Gato para tratar asma e inflamações do trato urinário; para recuperação do parto; assim como purificador dos rins; para cura de ferimentos profundos; para artrite, reumatismo e dor óssea; para controlar inflamação e úlceras gástricas; e para câncer.
Tribos indígenas em Piura utilizam a Unha de Gato para tratar tumores, inflamações, reumatismo e úlceras gástricas.
Tribos indígenas na Colômbia utilizam a vinha para tratar gonorréia e disenteria. Outras tribos indígenas peruanas utilizam a Unha de Gato para tratar diabetes, câncer do trato urinário feminino, hemorragias, irregularidades na menstruação, cirrose, febres, abscessos, gastrite, reumatismo, inflamações; para lavagem interna e tumores; e para "normalizar o corpo".
A Unha de Gato também tem sido utilizada como contraceptivo por diversas tribos do Peru (mas somente em doses excessivas), conforme registrado. Dr. Fernando Cabieses, uma conhecida autoridade em plantas medicinais peruanas, explica em seu livro que os Asháninka fervem de 5 a 6 kg da raiz em água até a redução para um pouco menos que um copo.
A quantidade de um copo desta decocção é então tomada diariamente durante o período de menstruação por três meses consecutivos, o que supostamente causa esterilidade por três a quatro anos. Com tantos usos documentados de plantas desta importante floresta, não é surpresa que tenha chamado a atenção de pesquisadores e cientistas do ocidente.
Os estudos foram iniciados no início dos anos 70 , quando Klaus Keplinger, um jornalista e etnologista independente de Innnsbruck, Áustria, organizou o primeiro trabalho definitivo com a Unha de Gato.
O trabalho de Keplinger nos anos 70 e 80 levou os diversos extratos da unha de gato a serem vendidos na Áustria e Alemanha como fitoterápicos, 2-4 assim como o estimulou quatro patentes americanas, que descrevem procedimentos de extração para um grupo de princípios ativos chamados de alcalóides oxíndoles e a imunoestimulação destes alcalóides encontrados na Unha de Gato.5-8
Estes novos alcalóides despertaram interesse mundial nas propriedades medicinais desta valiosa vinha da floresta. Outros pesquisadores independentes da Espanha, França, Japão, Alemanha e Peru seguiram Keplinger, muitos dos quais confirmaram sua pesquisa sobre a imuestimulação de alcalóides da vinha e da raíz.
Muitos destes estudos publicados a partir dos anos 70 ao início dos anos 90 indicaram que 2 frações inteiras dos alcalóides oxíndoles, casca da vinha inteira e/ou extratos da casca e raíz, ou ainda seis alcalóides oxíndoles testados individualmente, aumentaram a função imune em 50% em pequenas quantidades, relativamente.9-16
Pesquisadores canadenses da Universidade de Otawa documentaram que um extrato integral da vinha demonstrou um forte efeito imunoestimulante em 1999. 17 Pesquisadores peruanos independentes demonstraram que um extrato integral da vinha aumentou a função imune em ratos a uma dosagem de 400 mg/kg em um estudo realizado em 1998.18
Novos extratos contidos na Unha de Gato têm sido produzidos desde 1999 até os dias atuais, e os estudos clínicos publicados (financiados pelos produtores destes extratos) têm demonstrado que estes produtos continuam provendo a mesma estimulação imunológica benéfica conforme documentada há quase 20 anos.19-22
O que então foi importante para maior esclarecimento sobre a Unha de Gato, como acontece com pesquisas direcionadas para o mercado. Um produtor de um extrato da Unha de Gato patrocinou um estudo sobre estes alcalóides imuno-estimulantes.
A pesquisa destes alcalóides indicou que supostamente, dois tipos diferentes de Unha de Gato (tipos químicos) crescem na floresta tropical e/ou que a Unha de Gato produz "alcalóides bons" e "alcalóides ruins". Isto sugeriu que os alcalóides oxíndoles "bons" são os pentacíclicos (POA) e os "ruins" são os tetracíclicos (TOA).
Sua pesquisa chamou a atenção para a correlação dos alcalóides "ruins" com os benefícios imunológicos dos alcalóides "bons".
Presumidamente a presença tão pequena quanto 1% de TOA na formulação da Unha de Gato poderia diminuir o efeito imunoestimulante em até 30%. Esta pesquisa não foi confirmada por pesquisadores independentes (que são aqueles que não vendem a unha de gato ou que são pagos por companhias que vendem a unha de gato).
Isto poderia explicar todas as pesquisas independentes definitivas realizadas em décadas no Japão, Peru, Alemanha, Espanha e Estados Unidos (incluindo as quatro patentes destes mesmos pesquisadores).
Grande parte da pesquisa independente anterior foi realizada com extratos oxíndoles integrais e a raíz integral ou extratos da vinha. Esta pesquisa documentou a presença de ambos os tipos de alcalóides nas suas análises e extratos todos os quais apresentaram ações imuno-estimulantes.
Surpreendentemente, algumas das "novas pesquisas" contrariaram os achados originais (e confirmados) de marketing! Assim como para a possibilidade de um "novo quimioterápico": uma planta não altera sua constituição química em cinco anos.
Novamente, existem duas espécies de Unha de Gato - U. tomentosa e U. guianensis, com uma aparência fitoquímica similar, porém uma taxa de alcalóides oxíndoles diferente. Admitidamente (nos últimos 5-8 anos), a presença de U. tomentosa declinou na floresta tropical peruana devido à devastação.
Devido ao baixo crescimento desta espécie à variedade de guianensis facilmente encontrada, ela é um "adulterante" comum encontrada em grandes quantidades de material processado da Unha de Gato que têm sido exportados da América do Sul atualmente.
A Unha de Gato tem sido utilizada no Peru e na Europa desde o início dos anos 90 como tratamento adjuvante para câncer e AIDS, assim como em outras doenças que afetam o sistema imunológico.2-4,23,24 Além dessa atividade imunoestimulante, outras propriedades anticancerígenas in vitro foram documentadas para estes alcalóides e outros constituintes da Unha de Gato.
Cinco dos alcalóides oxíndoles foram documentados clinicamente com propriedades antileucêmicas in vitro,25 e diversos extratos da casca e raiz demonstraram propriedades antimutagênica e antitumorais. 2,26-30 Pesquisadores italianos reportaram em um estudo in vitro realizado em 2001 que a Unha de Gato é inibiu diretamente o crescimento celular do câncer de mama em 90%,31 enquanto que outro grupo reportou que ela inibiu uma camada de estrógenos em células de câncer de mama humano in vitro.32
Pesquisadores suíços documentaram que ela inibiu o crescimento in vitro de células de linfoma e leucemia em 1998.33 Relatórios recentes das pesquisas de observação de Keplinger´s em pacientes com câncer recebendo a Unha de Gato concomitantemente com as terapias de câncer tradicionais como quimioterapia e radiação, reportaram menor efeitos colaterais comparado às terapias tradicionais (como queda de cabelo, perda de peso, náusea, infecções secundárias e problemas de pele).2
Pesquisadores subseqüentes têm demonstrado como estes efeitos podem ser possíveis: eles reportaram que a Unha de Gato pode auxiliar a reparação do DNA celular e prevenir a mutação de células; ela pode também ajudar na prevenção da diminuição de glóbulos brancos e danificação imunológica causada por diversas drogas quimioterápicas (um efeito colateral comum chamado de leucopenia).19-21
Outra área significante de estudo têm focado as propriedades antiinflamatórias da Unha de Gato. Enquanto esteróides da planta (beta-sitosterol, stigmasterol, e campesterol) e princípios ativos antioxidantes (catequinas e procianidinas) encontrados na Unha de Gato são descritos com algumas destas propriedades; novos fitoquímicos chamados de glicosídeos ácidos quinóvicos (encontrados na casca e raízes) foram documentados por serem os anti-inflamatórios mais potentes constituintes da planta (em 1991).34
Este estudo e outros subseqüentes indicaram que a Unha de Gato (especialmente seus glicosídeos) poderiam inibir a inflamação de 46% até 89% em vários testes in vivo e in vitro .35-41 Os resultados destes estudos validaram sua longa história de utilização indígena para artrite e reumatismo, assim como para outros tipos de inflamação estomacal e desordens de intestino.
Isto foi também demonstrado clinicamente na eficácia contra úlceras estomacais em um estudo in vivo com ratos .42 A pesquisa na Argentina reporta que a Unha de Gato é um eficaz antioxidante ;43 outros pesquisadores concluíram em 2000 que é um antioxidante tão bom quanto um inibidor da produção de FNT-alfa notadamente potente. (FNT, ou fator de necrose tumoral, representa um modelo de crescimento tumoral dirigido por uma citocina inflamatória.)
A pesquisa deles reportou que o mecanismo primário para a ação antiinflamatória da Unha de Gato parece ser através da imunomodulação por supressão desta citocina.44
Pesquisadores americanos, notavelmente reportaram em 2002 que as ações antiinflamatórias da Unha de Gato não são atribuídas à imunoestimulação dos alcalóides.45 Isto explicaria porque um produto constituído com a maioria dos alcalóides mostraram somente poucos benefícios para pacientes com artrite por outro grupo que estudava (e vendia) uma preparação especial de alcalóide da Unha de Gato.46
O mesmo grupo de princípios ativos glicosídeos também demonstrou propriedades antivirais in vitro em um outro estudo recente.47 Além de alcalóides imuno-estimulantes, a Unha de Gato também possui os alcalóides rincofilina, hirsutina, e mitrafillina, os quais têm demonstradas propriedades vasodilatadoras e hipotensivas.48,49 A rincofilina também mostrou capacidade de inibir trombose e agregação plaquetária.
Ela também previne coágulos nas vasos sanguíneos, liberam os vasos sanguíneos das células endoteliais , dilatam as veias sanguíneas periferais, diminuem a freqüência cardíaca e o colesterol do sangue.49,50 Algumas das pesquisas mais recentes indicam que a Unha de Gato pode auxiliar pessoas portadoras da doença de Alzheimer pela atribuição dos efeitos antioxidantes já confirmados ou,possivelmente pela dilatação dos vasos sanguíneos do cérebro pelos alcalóides como a rincofilina.51,52
Na Fitoterapia atual, a Unha de Gato é empregada no mundo inteiro nas diferentes condições, incluindo desordens imunológicas, gastrite, úlcera, câncer, artrite, reumatismo, desordens reumáticas, nevralgias, inflamações crônicas de todos os tipos e até doenças virais como herpes zoster (shingles). Dr. Brent Davis, D.C., refere-se à Unha de Gato como a "desbravadora de caminhos" devido à sua habilidade de limpeza de todo o trato gastro intestinal e sua efetividade no tratamento de desordens do estômago e intestino (como a Doença de Crohn, "síndrome do intestino solto",úlceras, gastrite, diverticulite e outras condições inflamatórias do intestino e estômago).
Dr.Julian W hitaker, M.D., reporta o uso da Unha de Gato nos casos de câncer, devido aos seus efeitos imuno-estimulantes, e ainda que auxilia a prevenção de acidente vascular cerebral (AVC) e ataques cardíacos, reduz coágulos sanguíneos, podendo ser utilizada também para diverticulite e "síndrome intestinal aguda" .
As formas farmacêuticas mais comumente utilizadas atualmente são cápsulas e comprimidos, os quais estão disponíveis amplamente na maioria das lojas especializadas em alimentos para saúde a preços razoáveis. Existem também novos (e mais caros) extratos de Unha de Gato em comprimidos e cápsulas-alguns reservados para pesquisa (embora pagos para pesquisa).
Uma boa qualidade da casca da vinha da Unha de Gato natural com princípios ativos presentes naturalmente é a mais valorizada em termos monetários. Ela contém todos os princípios ativos naturais em uma quantidade média apropriada (incluindo alcalóides imuno-estimulantes , antiinflamatórios esteroidais e glicosídeos antioxidantes) sem adulteração laboratorial.
Estas técnicas invasivas podem extrair somente um tipo específico de princípio ativo, ou alterar a média de princípios ativos que ocorrem naturalmente nos sistemas vegetais complexos-que ignora a eficiência indígena honrada pelo tempo e a sinergia da planta.
Como a demanda do mercado com relação à esta planta da floresta tropical aumentou nos últimos cinco anos , mais empresas se envolveram em negócios para sua obtenção e portanto, a qualidade dos materiais processados vindos da América do Sul pode ser questionável, algumas vezes. Freqüentemente, uma combinação de U. tomentosa e U.guianensis é obtida e vendida como "Unha de Gato" (pois hoje em dia a espécie guianensis é mais facilmente encontrada). Com uma boa qualidade , um fabricante e rótulo confiáveis obtêm os melhores resultados e os melhores preços.
Princípios Ativos (continuação)
Uncarina F, rincofilina), aloisopteropodina, alopteropodina, angustina, campesterol, carboxistrictosidina, catecol, D-catechina, DL-catecol, ácido catecutânico, beta-sitosterol, corinanteína, corinoxeína, dihidrocorinanteína, óxido-n-dihidrocorinanteína, dihidrogambirtanino, ácido elágico, L-epicatecol, epicatechina, estigmasterol, ácido gálico, hanadamina, hirsutina, hirsuteína, óxido-n-hirsutina, hiperina, 3-iso-19-epi-ajmalicina, isocorinozeína, isorrincofilina, óxido-n-isorrinchofilina, isorotundifolina, ácido cetouncárico, 11-metoxiohimbina, ácido oleanólico, ourouparina, oxogambirtanino, ácido quinóvico, rotundifolina, uncarina, ácido ursólico.
Dosagem indicada - medicações tradicionais
Para benefícios imunológicos e para saúde em geral, na prática recomenda-se de 500 mg a 1 g diariamente do pó da vinha em comprimidos ou cápsulas, como preventivo uso por 3 meses e curativa 6 meses ou a critério medico, BIESKI, 2005.
Doses terapêuticas da Unha de Gato são reportadas com doses máximas de 10 g ao dia. Geralmente como auxílio para artrite, intestino e problemas digestivos, recomenda-se de 3-5 g diariamente se um bom produto é obtido.
Como alternativa, uma decocção padrão da casca da vinha pode ser utilizada de forma semelhante à utilizada pelos indígenas da Amazônia. A dosagem padrão utilizada para a manutenção da saúde e problemas em geral é de 1/2-1 copo da decocção uma vez ao dia, até no máximo um copo três vezes ao dia de acordo com necessidades específicas.
A adição de suco de limão ou vinagre a decocção durante a fervura ajudaria a extrair mais alcalóides e menos taninos da casca. Utilize por volta de 1/2 colher de suco de limão ou vinagre por copo de água. Para padronização e/ou extração dos produtos, seguir as instruções no rótulo.
Contra-indicações
A Unha de Gato tem sido documentada clinicamente com efeitos imuno-estimulantes e contra-indicada antes ou após transplante de qualquer órgão ou de medula óssea, ou ainda de enxerto de pele. A Unha de Gato tem sido documentada com propriedades antifertilizantes e, portanto, é contra-indicada em mulheres que pretendem engravidar (este efeito porém, ainda não tem comprovação suficiente para ser utilizada como um contraceptivo e não pode ser administrado para tal).
A Unha de Gato também tem sido documentada com princípios ativos possivelmente redutores da agregação plaquetária e "afinador" do sangue. Em primeiro lugar, verifique com seu médico se você está utilizando coumadin (varfarina)ou outro anticoagulante.
A utilização destes deve ser descontinuada de uma semana a dez dias antes de qualquer procedimento cirúrgico importante. Dois alcalóides da unha de gato têm sido documentados com propriedades hipotensivas. Pessoas com baixa pressão arterial ou em uso de medicação antihipertensiva devem verificar com seu médico antes de iniciar a utilização desta planta e se permitido, utilizar com cautela.
O melhor a fazer é a monitoração da pressão arterial com ajustes de medicação necessários individualmente dependendo da quantidade de unha de gato administrada. A Unha de Gato requer ácido estomacal suficiente para ajudar o bloqueio de taninos e alcalóides durante a digestão e auxiliar a absorção.
Evite tomar cápsulas ou comprimidos da casca concomitantemente ao uso de anti-ácidos. Evite tomar extratos líquidos com alta concentração de taninos (coloração escura) diretamente pela boca e dilua primeiro em água ou suco ácido.
Altas dosagens de unha de gato (3-4 gramas de uma só vez) tem sido reportado como a causa de algumas dores abdominais ou problemas gastrintestinais, incluindo diarréia (devido à quantidade de taninos presentes na casca da vinha). Se a diarréia for leve, o uso pode ser continuado. Descontinue o uso ou reduza a dose se a diarréia persistir por mais de 3-4 dias.
Interações Medicamentosas
Devido aos seus efeitos imuno estimulantes, a unha de gato não poderia ser utilizada com medicações com a intenção de suprimir o sistema imunológico, como a ciclosporina ou outras medicações prescritas após transplante de órgãos. (Esta teoria ainda não foi comprovada cientificamente.)
Baseado em estudos com ratos in vivo, a unha de gato pode proteger contra danificações gastrintestinais associadas à administração de drogas antiinflamatórias não esteroidais (NSAIDs) como o ibuprofeno. Podem potencializar o coumadin (varfarina), drogas anticoagulantes e antihipertensivas.
Utilização etnobotânica no mundo
Brasil - Artrite, antiinflamatório, asma, purificador do sangue, "dores ósseas," câncer, cicatrizante, cirrose, contraceptivo, citostático, diabetes, diarréia, prevenção à doenças , disenteria, febres, úlceras gástricas, gastrite, gonorréia, hemorragias, desordens imunológicas, inflamações, irregularidade menstrual, prostatites, reumatismo, desordens de pele, úlceras estomacais, tumores, ferimentos.
Colômbia - Disenteria, Gonorréia
Guiana - Disenteria
Peru - Abscessos, AIDS, artrite, antiinflamatório, asma, purificador do sangue, "dores ósseas," câncer, cicatrizante, cirrose, contraceptivo, citostático, diabetes, diarréia, prevenção à doenças , disenteria, febres, úlceras gástricas, gastrite, gonorréia, hemorragias, herpes, desordens imunológicas, inflamações, afecções intestinais, purificador dos rins, irregularidade menstrual, prostatites, reumatismo, desordens de pele, úlceras estomacais, desordens do trato urinário, tumores, ferimentos
Suriname - Disenteria, afecções intestinais, ferimentos
Cultivo no Brasil
A unha-de-gato (Uncaria tomentosa (Willd.) D.C. e U. guianensis (Aubl.) Gmel.) é um cipó trepador lenhoso, que ocorre em todo o Estado do Acre, apresentando maior abundância no Vale do Juruá.
É utilizado de forma doméstica por populações tradicionais, notadamente de origem peruana, para tratamento de disenteria, reumatismo, diabetes, câncer no trato urinário e digestivo, cirrose, gastrite, inflamações, tumores, febres e abscessos (Cabiesis, 1997; Jong et al., 1999). Por ser um produto já inserido no mercado mundial, a unha-de-gato tem grande potencial econômico e sua produção para comercialização pode gerar aumento na economia das famílias extrativistas.
A falta de informações sobre as características botânicas das espécies, ecologia, concentração e dispersão na região, torna indispensável a sistematização das informações secundárias, a geração de novas informações sobre os possíveis impactos do manejo destas espécies e sua viabilidade ecológico-econômica.
Clima
As áreas de estudo estão inseridas em uma região de índices elevados de precipitação pluviométrica, cujas isoietas situam-se nos limites de 1.750 a 2.750 mm anuais. O período chuvoso inicia-se em setembro, prolongando-se até maio ou junho. A temperatura média anual apresenta isotermas de 24ºC e a umidade relativa é elevada e tem isohigras em torno de 90%. Segundo a classificação de Köppen, a área tem clima pertencente ao grupo A (clima tropical chuvoso), abrangendo o tipo climático Af e Am (chuvas do tipo monção), que apresenta uma estação seca de pequena duração (Brasil, 1977).
Ecologia e Biologia Reprodutiva
A unha-de-gato encontra-se distribuída preferencialmente em zonas planas a plano-onduladas com inclinações suaves, em solos argilosos e mal drenados com características de Gleissolos, bem como em Cambissolos bem drenados.
A precipitação nas áreas de ocorrência varia de 1.800 a 2.500 mm e temperaturas médias em torno de 25°C (Flores, 1995). Encontra-se com mais freqüência em florestas secundárias, em terrenos abandonados, nas margens de rios, igarapés, rodovias e estradas vicinais (Fig. 2). A regeneração natural pode ser de tal intensidade que se formam grandes agregações, convertendo-se em espécie invasora, exercendo forte competição nas áreas de cultivos agrícolas.

Ocasionalmente são achados, em florestas primárias, indivíduos muito desenvolvidos, de grande diâmetro e possivelmente muito velhos. É uma espécie heliófita, colonizadora, de rápido crescimento, que geralmente se encontra associada com Cecropia sp., Heliocarpus sp., Ocrhroma pyramidale, Vernonia sp., Inga sp., Ficus sp. (espécies típicas de floresta secundária), bem como entre outras espécies típicas de floresta primária (Flores, 1995; Dominguez, 1997).
Referências
  1. Cabieses, Fernando. The Saga of the Cat´s Claw. Lima: Via Lactera Editores, 1994.
  2. Immodal Pharmaka, GmbH., "Krallendorn(r) Uncaria tomentosa (W illd.) DC Root Extract. Information for Physicians, and Dispensing Chemists. 3d rev. ed." Volders, Austria: September 1995, 20 pages.
  3. Keplinger, U. M. "Einfluss von Krallendorn extract auf Retrovirale Infektioned," Zurcher AIDS Kongress. Zurich, Switzerland, October 16 and 17, 1992, program and abstracts.
  4. Keplinger, U. M., "Therapy of HIV -infected individuals in the pathological categories CDC Al and CDC B2 with a preparation containing IMM-207," IV. Osterreichicher AIDS-Kongress, Vienna, Austria, September 17 and 18, 1993, abstracts: 45.
  5. Keplinger, H., et al. "Oxindole alkaloids having properties stimulating the immunologic system and preparation containing same." United States patent 5,302,611; April 12, 1994.
  6. Keplinger, H., et al. "Oxindole alkaloids having properties stim ulating the immunologic system and preparation containing the same." United States patent 4,940,725; July 10, 1990.
  7. Keplinger, H., et al. "Oxindole alkaloids having properties stimulating the immunologic system and preparation containing the same." United States Patent 4,844,901; July 4, 1989.
  8. Keplinger, H., et al. "Process for the production of specific isomer mixtures from oxindole alkaloids." United States Patent 5,723,625; March 3, 1998.
  9. Montenegro de Matta, S., et al. "Alkaloids and procyanidins of an Uncaria sp. from Peru." Il. Farmaco. Ed. Sc. 1976; 31: 527-35.
  10. Ozaki, Y., et al. "Pharmacological studies on Uncaria and Amsonia alkaloids." Japanese Journal of Pharmacology (suppl.) 1980; 30: 137pp.
  11. Kreutzkamp, B. "Niedermolekulare Inhalstoffe mit Immunstimulierenden Eigenschaften aus Uncaria tomentosa, Okoubaka aubrevillei und anderen Drogen." Dissertation of the faculty of chemistry and pharmacy of Ludwig Maximilians University, Munich, May 1984.
  12. Stuppner, H., et al. "HPLC analysis of the main oxindole alkaloids from Uncaria tomentosa." Chromatographia 1992; 34(11/12): 597-600.
  13. Wagner, H., et al. "Die Alkaloide von Uncaria tomentosa und ihre Phagozytose-steigernde W irkung." Planta Medica 1985; 51: 419-23. 1
  14. Laus, G., et al. "Separation of sterioisomeric oxindole alkaloids from Uncaria tomentosa by high performance liquid chrom atography." J. of Chromatography 1994; 662: 243-49.
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  53. For further information donot hesitate to contact us: Phone Cel: (591) 70866178 - Santa Cruz-Bolivia mailto:sales@ccbol.com
  54. BIESKI, I. G. C., Estudo Etnobotânica e Etnofarmacológico, da Uncaria tomentosa em Cuiabá - MT, Brasil, Centro Amazônico de Ensino, Pesquisa e Extensão - CAEPE, 2005. isabieski19@yahoo.com.br
  55. BRASIL. Ministério das Minas e Energias. Departamento Nacional de Produção Mineral. Projeto RADAMBRASIL. Folha SB/SC 18 Javari / Contamana: geologia, geomorfologia, pedologia, vegetação e uso potencial da terra. Rio de Janeiro, 1977. 420 p. (Levantamento de Recursos Naturais, 13).
  56. QUEVEDO G., A. Silvicultura de la una de uato: alternativas para su conservacion. Iquitos: IIAP, 1995. 43 p.
  57. MIRANDA, E. M. SOUSA, J. A. PEREIRA, R. C. A. Subsídios Técnicos para o Manejo Sustentável da Unha-de-gato (Uncaria spp.) no Vale do Rio Juruá, AC. Rio Branco - AC, 2001.
Colaboração
Isanete G. C. Bieski, Farmacêutica, Especialista em Plantas Medicinais, Manejo, Uso e Manipulação (Universidade Federal de Lavras, MG), Cuiabá-MT, janeiro de 2005. Fonte: http://ci-67.ciagri.usp.br/pm/index.asp

PLANTAS MEDICINAIS: GUINÉ

Nome popular GUINÉ
Nome científico Petiveria alliacea L.


Família Phytolaccaceae
Sinonímia popular Mucuracaá, erva-de-guiné, erva-de-alho, erva-pipi, erva-tipi, amansa-senhor, caá
Sinonímia científica P. hexaglochin, Fischer & Meyer; P. tetandra
Parte usada Folhas e raíz.
Propriedades terapêuticas Anti-inflamatória, analgésica.
Princípios ativos Óleo essencial, flavonóides, saponina e tanino.
Indicações terapêuticas Reumatismo, hipotermia, lavagem vaginal, banho de cheiro aromático.
Informações complementares Nome em outros idiomas

  • Inglês: pipi root, apacina, Congo-root, garlic weed, Guinea hen-plant, gully-root, skunk-root;
  • Alemão: Anamu, Mucura.
Origem
África e América Tropical. Origem

Características
Planta herbácea de ciclo perene.
É uma planta lenhosa, com caule ereto, medindo até 2m de altura, considerada pelo povo como um escudo mágico contra malefícios. Apresenta longos ramos delgados ascendentes. As folhas são elípticas, oblongas, curto-pecioladas e acuminadas no ápice, com até 12cm de comprimento e 5cm de largura. As flores são pequenas e sésseis.
O fruto é uma pequena cápsula. É encontrada em várias partes do Brasil, especialmente nos estados do Nordeste e da Amazônia, sendo muito comum na Ilha de Marajó (PA). É uma planta aromática, que exala um odor muito forte e nauseante.
Uso caseiro
Utilizada no combate a fungos, bactérias e vírus. Também é considerada anti-inflamatória e analgésica.
Não há indicações quanto ao uso alimentar.
Como usar
A decocção de folhas e raiz, bem como a tintura, são empregadas no combate ao reumatismo, na forma de fricção.
A decocção de folhas e raízes, bebida em pequeníssimas doses, combate a hipotermia. O cozimento das folhas, é usado na lavagem vaginal, como anti-infeccioso. A combustão das folhas dessecadas produz uma fumaça de cheiro acre, que serve para afugentar mosquitos.
As folhas também entram na composição dos “banhos de cheiro” aromáticos usados pelo povo da Amazônia na época das festas juninas. As raízes devem secar ao sol. As folhas, em lugar bem arejado, mas à sombra. Raízes e folhas devem ser guardadas em sacos de papel.
Advertência
Esta planta é considerada tóxica. O pó obtido da raiz pode provocar insônia, grande excitação e alucinações. O uso continuado determina acentuada apatia, indiferença e até imbecilidade, convulsões, podendo provocar até a morte.
Deve ser usada com máxima cautela e sempre com orientação médica.
Bibliografia
  • LE COINTE, Paul – Árvores e Plantas Úteis na Amazônia – Cia. Editora Nacional – São Paulo/SP.
  • Ervas e Tempêros – Guia Rural – Ed. Abril – São Paulo/SP
  • MARTINS, José Evandro C. – Plantas Medicinais de Uso na Amazônia – Ed. CEJUP – Belém/PA.
  • FOTO: Ervas e Tempêros – Guia Rural – Ed. Abril/SP
Colaboração
João Luiz Dias, arquiteto aposentado pelo Centro Federal de Ensino Tecnológico (CEFET/PA). Setembro de 2006.

Mais sobre guiné: Colaboração
Érika Alves Tavares Marques, Bióloga (Universidade Federal Rural de Pernambuco) Fonte: http://ci-67.ciagri.usp.br/pm/index.asp
    

PLANTAS MEDICINAIS: HORTELÃ-DE-FOLHA-MIÚDA

Nome popular HORTELÃ-DE-FOLHA-MIÚDA
Nome científico Mentha piperita L.
Família Labiatae
Sinonímia popular Hortelã-do-campo, hortelã-de-cheiro
Parte usada Folhas e sumidades floridas
Propriedades terapêuticas Carminativa, eupéptica, estimulante, colagoga, estomáquica, antiemética, antiespasmódica e analgésica.
Princípios ativos Piperitone, alfa-mentona, mento-furano, metilacelato, pulegona, cineol, limoneno, jasmone, principio amargo, vitamina C e D, nicotinamida (traços), terpenos, cetonas, taninos, sesquiterpenos: cariofileno, bisabolol;
Indicações terapêuticas Fadiga geral, atonia digestiva, gastralgia, cólicas, flatulência, vômitos durante a gravidez, intoxicação de origem gastrintestinal, afecções hepáticas, palpitações, enxaqueca, tremores, asma, bronquite crônica, sinusite, dores dentárias (bochechos)
Informações complementares Espécies

  • Mentha viridis L.
  • Mentha crispa L.
  • Marsupianthes hyptoides L.
As três "mentas": Mentha piperita L., Mentha viridis L. e Mentha crispa L. são espécies diferentes com basicamente os mesmos constituintes, mas diferem quanto ao solo, clima, etc. Marsupianthes é sinônimo científico de uma delas. No Brasil existe a maior plantação de Mentha crispa do mundo. Encontra-se no município de Caruaru, pertence ao Lab. Hebron para produção do giamebil para ameba e giardia, segundo informação do Prof. Dr. Lauro Xavier Filho (abril, 2004).
Outros nomes populares
Hortelã-cheirosa, hortelã-da-horta, hortelã-de-tempero, hortelã-do-Brasil, hortelã-pimenta-rasteira.
Princípios ativos (continuação)
Flavonóides: mentoside, isoroifolina, luteolina. Óleo essencial 0,7 a 3% que contém mentol (40 a 40%), ácido p-cumarínico, ferúlico, cafêico, clorogênico, rosmarínico e outros. Contém outros constituintes incluindo carotenóides, colina, betaína e minerais.
Indicação terapêutica (continuação)
Nevralgias faciais provocadas pelo frio.
Contra-indicações
É contra-indicado o uso da essência para lactentes. Pessoas que possuem cálculos biliares só devem empregar a planta com aconselhamento médico.
Efeito colateral
O mentol em crianças de pouca idade e lactentes pode levar à dispnéia e asfixia. A essência irrita a mucosa ocular (conjuntiva). Em pessoas sensíveis pode provocar insônia.
Interações
Pode ser usada associada com sabugueiro.
Dosagem indicada - Uso interno
  • ERVA-SECA: 2 a 4g três vezes ao dia.
  • INFUSO: 1 colher de sobremesa de folhas por xícara. Tomar 3 xícaras ao dia, após ou entre as refeições.
  • ESSÊNCIA: dose média 0,05 a 0,030g/dia (45 gotas).
  • XAROPE: 20 A 100g/dia.
Sauna facial para nevralgias faciais provocadas pelo frio
25g de folhas em 0,5 litro de água fervente. Expor o rosto aos vapores, cobrindo a cabeça com uma toalha. Superdosagem: evitar utilizar a essência em doses superiores a 0,30g/dia.
Colaboração
Prof. Dr. Lauro Xavier Filho e Bióloga Elisabeth Cristina Correia de Mello, autores do livro "Plantas Medicinais de Uso Popular no Estado de Sergipe". UNIT, Aracaju, SE. 2000.

Fonte: http://ci-67.ciagri.usp.br/pm/index.asp

PLANTAS MEDICINAIS: DAMIANA

Nome popular DAMIANA
Nome científico Turnera diffusa var. aphrodisiaca (Ward.) Ubr.
Família Turnerácea
Propriedades terapêuticas Tônica, estimulante, afrodisíaca, antidiarrêica, diurética, expectorante e adstringente
Princípios ativos Óleo essencial (com mais de vinte componentes), cineol, pinenos (alfa e beta), copaeno, cadineno, calameno, p-cimeno, goma, amido, açúcares, tetrafilina, arbutina, taninos, ácidos, alcanos, daminiana, flavona, beta-sitosterol, resina.
Indicações terapêuticas Sífilis, úlceras gastrintestinais, leucorréia, diabetis (em animal há comprovação), má-digestão, diarréias, tosses catarrais, neuratenia, bronquites, dificuldades sexuais masculina e feminina, auxilia no tratamento da paralisia, albuminúria
Informações complementares
Descrição
A damiana pertence a família das Turneráceas/ Bigoneáceas, é uma planta medicinal mexicana, tônica, estimulante, afrodisíaca e antidiarrêica (Corrêa, M. Pio. Dicionário das Plantas Úteis do Brasil e das Exóticas Cultivadas. Vol. I- 1926; vol. II- 1931; vol III –s.d.; vol IV-1969; vol V- 1974; vol VI- 1975), diurética, expectorante e adstringente, usada caseiramente nas manifestações sifilíticas, úlceras gastrintestinais, leucorréia, diabetis (em animal há comprovação), má-digestão, diarréias, tosses catarrais, neuratenia, bronquites e nas dificuldades sexuais masculina e feminina, principalmente com componente neurótico ansioso.
Segundo Ênio Emmanuel Sanguinelli, auxilia no tratamento da paralisia. Um extrato alcoólico mostrou ação depressora sobre o Sistema Nervoso Central (Jiu J. A. survey of some medical plants of México for selected biological activity. Lloydia 1996;29; 250-259).
Combate a albuminúria.
No México serve como aroma de licores e como substituto do chá-da-Índia. Nos EUA está na farmacopédia oficial e é vendida em extrato fluido como “Turnerae afrodisiacae” e na Europa já teve destaque como tônico nervoso na amaurose e tônico geral na neuratenia e impotência.
É um arbusto aromático de Vênus com sabor agradável, pubescente, ramoso que tem folhas pecioladas ovado-rombas, espatuladas, obtusas e revolutas nas margens. O pedúnculo é curto e as pétalas são espatuladas com estames curtos. O fruto é uma cápsula subglobosa de cerca de 5 mm.
Existe no Brasil desde o Amazonas até São Paulo e uma outra espécie, T. opifera M., conhecida também como chanana, damiana-turnera, erva-damiana e turnera-afrodisíaca, é encontrada no sul e sudeste do Brasil, mais em Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. À mesma atribuem-se iguais propriedades, principalmente a ação tônica e imediata sobre os órgãos gênito-urinários.
Princípios ativos (continuação)
Ao seu 1 % de óleo essencial (com mais de vinte componentes) amargo e adstringente com sabor de cânfora, é que se atribuem as propriedades curativas: tem 1,8 cineol(?), 13 % de pinenos (alfa e beta), copaeno, cadineno e calameno. Não se confirmam 2% de p-cimeno. Tem ainda 13,5% de goma, 6% de amido, açúcares, tetrafilina (glicosídeo cianogênico), arbutina (Glicosídeo fenólico), taninos e 3,5% ácidos (graxos e vegetais), alcanos, daminiana (7%), flavona, beta-sitosterol, 6,5% de resina.
Dosagem indicada
Utilizam-se, em uso interno, uma colher de sopa de folhas desidratadas (4 g) em chá por infusão (um litro de água), três xícaras ao dia. Pode ser administrada a crianças, em sexta, terça ou meia parte, dependendo das idades.
Externamente é usada em compressas e duchas. Para a leucorréia faz-se aplicações diárias em seringa de borracha de um infuso com seis colheres de sopa das folhas em um litro de água.
Toxicidade
Alguém apresentou convulsão com dose de 200g de extracto, e 1g de arbutina, então é considerada tóxica, mas isto não preocupa porque equivale a 100g da erva. Por outro lado, o efeito afrodisíaco não foi comprovado, há pouca documentação sobre esta planta, e não se conhece bem sua composição. Ainda mais pela possibilidade de glicosídeo cianogênicos, além das arbutina, deve-se tomar cuidar ao usar esta planta. Talvez seja interessante esperar maiores informações sobre ela para que seu uso se justifique.
Colaboração
Dr. Luis Carlos Leme Franco (Curitiba, PR) - abril, 2004
Texto de seu livro "Fitoterapia para a Mulher".

Fonte: http://ci-67.ciagri.usp.br/pm/index.asp

PLANTAS MEDICINAIS: HIBISCUS

Nome popular HIBISCUS
Nome científico Hibiscus sabdariffa Lineo
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Família Malvácea
Sinonímia popular Hibisco, azedinha, vinagreira, quiabo-azedo
Sinonímia científica Hibiscus acetosus Noronha
Parte usada Cálices secos, folha
Propriedades terapêuticas Demulcente,colerética, hipotensora, diurética, colerético, laxante, antiespasmódica, adstringente, expectorante, protetor da mucosa estomacal, digestivo, fluidificante do suco biliar.
Princípios ativos Mucilagem, antocianinas (hibiscina, cianidina, delfinina), pigmentos flavônicos, ácido tartárico, málico cítrico e hibístico, fitosteróis (sitosterol, campestrol, ergosterol, estigmasterol)
Indicações terapêuticas Constipações e irritações de vias respiratórias,
Informações complementares Conhecido popularmente como hibisco, hibiscus, cardadé, té de Jamaica (em espanhol); red sorrel ou jamaica sorrel (inglês); carcade (italiano) ou roselle (francês), é um subarbusto anual das Malváceas com cerca de 2 m de altura, bastante ramificado na base, talos arroxeados, robustos e folhas caulinares trilobadas.
Suas flores são axilares, solitárias, apresentam um cálice carnoso em corola amarelada. É uma planta asiática que hoje existe silvestre no Egipto, México, Jamaica, Sri Lanka. Exige solo drenado.
Usam-se os cálices secos.
Tem mucilagem, antocianinas (hibiscina, cianidina, delfinina), pigmentos flavônicos, ácido tartárico, málico cítrico e hibístico, fitosteróis (sitosterol, campestrol, ergosterol, estigmasterol).
A mucilagem o faz demulcente e útil em constipações e irritações de vias respiratórias. Os flavonóides lhe dão propriedade espasmolítica( intestinal), colerética, hipotensora e diurética. Há trabalho mostrando que a flavona gosipetina inibe a com versão de angiotensina I em II.
Também abaixa a taxa de lipídeos totais no sangue. As antocianinas = efeito vasodilatador.
O povo o usa como diurético, colerético, laxante e antiespasmódico.
Curiosidade: na Suíça é chamada de kerkade e aromatiza vinhos. Os talos dão o que se chama cânhamo de hibiscus. Há uma variedade, a H. rosa sinensis L, ou rosa china, com corola branca, amarela ou roxo-purpúreo que também aparece no Caribe onde é usada como adstringente e expectorante.
Colaboração: Dr. Luiz Carlos Leme Franco, médico fitoterapeuta e professor de Fitoterapia

Outros sinônimos científicos

  • Hibiscus acetosella Welw.
  • Hibiscus cruentus Bertol.
  • Hibiscus digitatus Cav.
  • Hibiscus fraternus L.f.
  • Hibiscus gossypifolius Mill.
  • Hibiscus rosella Hort.
  • Hibiscus sanguineus Griff.

Outros nomes populares

Caruru-da-guiné, azeda-da-guiné, quiabo róseo, quiabo-roxo, rosélia, caruru azedo.

Origem

África oriental e tropical

Conservação

As folhas e flores (cálices) são secas ao sol, em local ventilado e sem umidade. Armazenar em sacos de papel ou de pano.

Outros princípios ativos

Folhas: proteínas, fibras, cálcio, ferro, carotenos, vitamina C Flores: mucilagens, ácidos orgânicos (cítrico,málico e tartárico), flavonóides, derivados antociânicos.

Dosagem indicada

Digestivo estomacal, refrescante intestinal, diurético,protetor da mucosa(bucal,bronquial e pulmonar)
Em uma xícara (chá) coloque 1 colher (sopa) de flores (cálices) picadas e adicione água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Tome 1 xícara (chá) de 1 a 3 vezes ao dia. Podem ser acrescentadas algumas gotas de limão. Fluidificante do suco biliar, digestivo estomacal, refrescante intestinal
Coloque 3 colheres (sopa) de folhas (cálices) picadas em meio litro de vinho branco seco. Deixe em maceração por 8 dias, agitando de vez em quando e coe. Tome 1 cálice antes das principais refeições.
Protetor da mucosa (estomacal e intestinal)Coloque 1 colher (chá) de flores (cálices) picadas em 1 xícara (chá) de água em fervura. Desligue o fogo, abafe por 10 minutos, espere amornar e coe. Tome 1 xícara (chá) 3 vezes ao dia.

Efeitos colaterais

Não foram encontrados.

Informações complementares

O gênero hibiscus compreende 200 espécies de plantas anuais, perenes, arbustos e árvores que formam parte da flora tropical e subtropical. O Hibiscus sabdariffa, em geral, é anual e alcança em média uma altura de 2 a 3 m. As folhas inferiores são ovaladas e simples, ao passo que as superiores tomam uma forma lobulada.
Os talos terminam em um ralo ramo de flores de um amarelo pálido, rosa arroxeado ou púrpurea. A espécie típica tem flores amarelas, existindo o cultivar "Albus" de flores brancas e outras com ramagem verde.
Quando terminam a floração estas formam um cálice vermelho e carnoso. O cálice contém uma quantidade de pigmentos vegetais e ácidos e se usa como bebida popular e refrescante.
O conjunto de cálice e corola formam a parte mais importante da planta, que popularmente é chamado de fruto, que é uma cápsula oval, com 5 lóbulos, revestida de pelos finos e picantes, contendo no interior várias sementes.
Colhem-se as folhas e as flores, sendo que para consumo, deve-se extrair somente o cálice das flores.
Usado na forma de chás dão um colorido especial e um sabor muito bom. Um específico efeito medicinal ainda não é comprovado. Mas vale lembrar que este hibisco não é o hibisco ornamental tão comum no Brasil.

Culinária

Para os naturalistas usa-se fazer gelatina natural. Usa-se gelatina incolor com o chá do hibisco adoçado devido ao seu lindo vermelho natural que substitui corantes químicos. Geléia de flores
Em um pilão, coloque 5 colheres (sopa) de flores (cálices) frescas e amasse bem até adquirir uma consistência pastosa. Em seguida adicione 3 colheres (sopa) de açúcar cristal.
Leve ao fogo brando e deixe em fervura, mexendo sempre com uma colher de pau para não grudar no fundo da panela. Quando adquirir o ponto de geléia, desligue o fogo e ainda quente, acondicione em vidros até a boca e tampe. Espere esfriar e armazene em geladeira. Utilize como geléia no desjejum.

Bibliografia

  • Plantas que curam - Sylvio Panizza
  • Lãs Plantas Medicinales - Willian A.R.Thomson
  • Plantas ornamentais no Brasil - Harri Lorenzi & Hermes Moreira de Souza
  • Fonte: http://ci-67.ciagri.usp.br/pm/ver_1pl.asp

PLANTAS MEDICINAIS:GINSENG-BRASILEIRO


Nome popular
GINSENG-BRASILEIRO
Nome científico Pfaffia iresinoides (Kunth.) Spreng.
Fotos ampliadas 1 | 2
Sinonímia popular Paratudo, batata-do-rio
Propriedades terapêuticas Estimulante físico e psíquico, afrodisíaco, estimulante sexual, antiestressante
Princípios ativos Vitaminas A, B2, B3, B12, C, D, E, F, ácido pfáfico, fosfosídeos, estigmasterol, sitosterol, alantoína, fósforo, cálcio, potássio, aminoácidos, mucilagem, saponinas
Indicações terapêuticas Câncer, dor de cabeça, cefaléia, anemia, fadiga, estresse
Informações complementares Uso medicinal
A pfáffia é excelente fonte de hormônios. É uma planta pouco estudada no exterior, onde é tido como usável em caso de esterilidade masculina, à semelhança do Panax ginseng (Ginseng), este sim bastante conhecido.
É chamado "ginseng" porque suas raízes são também semelhante a uma figura humana, shen, em chinês, (o Hen shen ou Ginsheng, em chinês é seu nome).
Para o povo, é droga estimulante físico e psiquicamente, apoiadora em caso de injúria (estresse), cefaléia de origem digestiva, além de ser útil em caso de depressão leve e antifadigosa.
Cicatrizante, antitóxica e analgésica e potencializadora da ação da insulina, fortalece o coração, melhorando a circulação.
Ativa a formação de glóbulos sangüíneos, brancos e/ou vermelhos, portanto é útil para aumentar a defesa orgânica e ajudar na cura de anemia por falta de ferro, se isto for causado por pouca celularidade.
Pesquisas mostram que ela restaura também o formato das células sangüíneas e pode ajudar muito na anemia falciforme. Indicada também como miorrelaxante. Vendida como afrodisíaco pelos hervanários, já que é grande estimulante geral, inclusive sexual, além de antiestressante.
Constituintes
Vitaminas A, B2, B3, B12, C, D, E, F, ácido pfáfico, fosfosídeos, estigmasterol (hormônio), sitosterol (outro hormônio), alantoína (bom cicatrizante de feridas), fósforo, cálcio, potássio, aminoácidos, mucilagem e saponinas (foram descobertas seis, por Kamadawa, na Escola de Farmácia da Universidade de Hokuriku, Japão). Diminui a tensão superficial, como o sabão, o que facilita a ação de todas as outras substâncias acima.
Pesquisas recentíssimas verificam que o ácido pfáfico atua inibindo crescimento de tumores, o que pode levá-la a ser usada em cânceres.
Aconselha-se usá-la em pó da raiz na quantidade de 5 a 10 g ou por decocção da raiz (10g também) ao dia. Há cápsulas no mercado.
Efeitos adversos
Se doses maiores forem fornecidas pode ocorrer nervosismo, pressão alta, diarréia, insônia (pois é estimulante) e erupções na pele. Todos o medicamentos, fitoterápicos ou não, podem ter efeitos adversos se não forem usados convenientemente, daí o risco de medicar-se sem orientação de um médico.
Dosagem indicada
Antifadiga
Colocar uma colher de sobremesa de raiz fatiada (ou uma de pó) em uma chávena e adicionar água fervente. Abafar por dez minutos, esperar esfriar um pouco e coar. Tomar uma chávena em jejum pela manhã e outra à noite.
Antifadiga e antianêmica
Colocar três colheres de sopa de raiz fatiada ou duas colheres de pó em uma garrafa de vinho branco seco. Deixe macerar por uma semana, agitando o vaso de vez em quando e coe. Tomar um cálice de duas a três ao dia, antes das principais refeições.
Tônico
Em uma chávena, colocar uma colher de sobremesa de pó de fáffia e uma de pó de guaraná, adicionando-se água fervente. Abafado, por dez minutos, amorne-se e cope-se. Tome-se uma chávena após o desjejum e outra à tarde.
Cefaléia, estresse
Raiz fatiada (duas colheres de sopa) ou uma de pó, dever ser colocada em uma chávena de álcool de cereais a 60 %. Deixando-se tudo em maceração por dez dias, coe em pano, espremendo bem o conteúdo. Tome de dez a quinze gotas ou uma colher de chá em pouco de água, duas vezes ao dia (uma pela manhã e outra a noite).
Colaboração
Dr. Luiz Carlos Leme Franco (Curitiba, PR), agosto de 2003
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